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local de votação/consulta por nome / ES - 2016 -





















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Alison e Bruno chegam "dourados" em Vitória, no ES...Nos braços do povo! (literalmente)






















Nos braços do povo! Alison e Bruno chegam "dourados" em Vitória, no ES


Medalhistas olímpicos de ouro 

chegaram com grande festa no 

Aeroporto de Vitória 

e desfilaram pelas 

ruas da capital dos capixabas 

em 

caminhão do corpo de bombeiros




























Literalmente "nos braços do povo" a dupla Alison e Bruno Schmidt chegou ao Espírito Santo no fim da manhã deste sábado e foi recebida por quase 300 pessoas no Aeroporto de Vitória, após a conquista da medalha de ouro na Olimpíada do Rio 2016. Uma recepção apoteótica aguardava os atletas de vôlei de praia, que desfilaram pelas ruas e avenidas da capital dos capixabas num caminhão do corpo de bombeiros.




Chegada de Alison e Bruno Schmidt no Aeroporto de Vitória, no Espírito Santo (Foto: Sidney Magno Novo/GloboEsporte.com)
Familiares, amigos e torcedores da dupla aguardavam os atletas e fizeram uma grande festa quando Alison e Bruno chegaram no saguão do aeroporto. O pai de Bruno, Luiz Felipe Schmidt revelou detalhes da dura rotina da família durante a Olimpíada, que passou pelos jogos do filho à base de tranquilizantes.
- Agora que a ficha está começando a cair, porque essas duas últimas semanas foram de muito sofrimento. Os meninos sofreram muito, o Bruno acho que passou os piores dias da vida dele com certeza. Então o momento é realmente de descansar, acho que eles vão até cancelar o próximo campeonato, porque eles precisam realmente de um descanso maior. O coração do pai agora está um pouco mais aliviado, mas foi uma semana de rivotril.

Alison e Bruno Schmidt desfilaram em caminhão do corpo de bombeiros em Vitória (Foto: Sidney Magno Novo/GloboEsporte.com)
A dupla segue em carro aberto em cortejo e vai ser homenageada no salão nobre do Palácio Anchieta, sede do Governo do Espírito Santo, onde são aguardados pelo governador Paulo Hartung. Cansado e esgotado, porém feliz e realizado, Alison detalhou as dificuldades que foram superadas em busca do ouro olímpico, que foi oferecido ao povo capixaba. 
- A gente sabia que o nosso time estava sendo muito visado, foi um campeonato realmente de superação, tivemos grandes dificuldades, como vento, chuva, horário dos jogos, torção de pé, mas o mais importante é que o povo brasileiro estava do nosso lado nos ajudando, o povo capixaba, então taí, esse presente é de vocês. A ficha não caiu ainda, não conseguimos dormir. Dormimos quatro horas só em dois dias, mas é isso aí, somos campeões olímpicos e o Brasil merece isso - finalizou Alison.
Alison e Bruno subiram no degrau mais alto do pódio no Rio (Foto: André Mourão / O Dia / Nopp)
A temporada foi árdua, mas com o principal objetivo conquistado, é hora de "encher o tanque" novamente, visando novos desafios. Bruno Schmidt contou que a dupla deve descansar por um período antes de traçar e iniciar um novo ciclo.
- A dupla tem que dar uma respirada, a gente deu o nosso máximo, forçou o motor ao extremo para conquistar os nossos objetivos. Fico feliz quando eu vejo que as principais competições a gente conquistou. A gente se superou muito, o Alison teve cirurgia, teve apendicite, só quem esteve ao nosso lado sabe o quanto a gente se doou, e agora a gente precisa recuperar energia para sentar e planejar de novo. A gente é muito competitivo, gostamos de desafios, então sem dúvida nenhuma a gente vai se energizar de novo para começar a ter novos objetivos.
Prata em Londres/2012 ao lado de Emanuel, Alison conquistou a sua segunda medalha olímpica, desta vez de ouro, ao lado de Bruno Schmidt, que é laureado pela primeira vez no Rio 2016.
Para ler mais notícias do esporte capixaba, acesse www.globoesporte.com/es. Siga também o GloboEsporte.com Espírito Santo no Twitter e por RSS.


fonte: globoesporte 

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Governo não deve pagar adiantamento de 13º a aposentados em agosto - 2015 -


Governo não deve pagar adiantamento de 13º a aposentados em agosto


Bernardo Caram

  • Joá Souza | Ag. A TARDE
    O pagamento no mês de agosto de 50% do abono aos beneficiários não é obrigatório - Foto: Joá Souza | Ag. A TARDE
    O pagamento no mês de agosto de 50% do abono aos beneficiários não é obrigatório
A dois dias das manifestações programadas para todo o País contra Dilma Rousseff, o governo decidiu que não vai pagar em agosto o adiantamento do 13º salário de aposentados e pensionistas do INSS. Fonte do Ministério da Fazenda confirmou que a decisão foi tomada. As manifestações estão previstas para o próximo domingo, 16.
O pagamento no mês de agosto de 50% do abono aos beneficiários da Previdência Social não é obrigatório, mas o governo vinha adotando essa prática de fazer o adiantamento desde 2006. No ano passado, um decreto assinado ainda no dia 4 de agosto pela presidente Dilma permitiu que os repasses fossem feitos entre 25 de agosto e 5 de setembro. O valor foi creditado junto com o pagamento do benefício mensal.
De acordo com um auxiliar do ministro Joaquim Levy, a pasta tenta encontrar uma solução para o problema até o fim do mês, mas ainda não há previsão de nova data para o pagamento. O Ministério da Previdência Social não confirma a informação e ressalta que o assunto está sendo tratado pelo Ministério da Fazenda. Oficialmente, a Fazenda ainda não anunciou a decisão.

fonte: atarde.uol


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.Próxima novela : " Babilônia, a próxima novelas das 9 da TV Globo"..."A estreia é no dia 16/03."..."Adriana Esteves, Gloria Pires e Cassio Gabus Mendes gravam em Angra dos Reis"

Adriana Esteves grava cenas de Inês em Angra (Foto: Hellen Couto/Gshow)

 Adriana Esteves grava cenas de Inês em Angra 

dos Reis (Foto: Hellen Couto/Gshow)

 

 


 

Adriana Esteves, Gloria Pires e Cassio Gabus Mendes gravam em Angra dos Reis


 

 

 A estreia é no dia 16/03.

Elenco rodou cenas em cenário deslumbrante na cidade no litoral fluminense


Cassio Gabus Mendes é Evandro (Foto: Hellen Couto/Gshow)Cassio Gabus Mendes vive o milionário Evandro
(Foto: Hellen Couto/Gshow)
Babilônia ainda nem estreou, mas já está um luxo só. Depois de gravar em Dubai e Paris, e de um lançamento chiquérrimo no Copacabana Palace, elenco e equipe gravaram em locação luxuosa em Angra dos Reis, cidade localizada no litoral fluminense.
Gloria Pires, Adriana Esteves e Cassio Gabus Mendes são alguns dos nomes presentes nas gravações dirigidas por Maria de Médicis e Cristiano Marques.
Confira as primeiras fotos!

Deslumbrante, Gloria Pires também participou das gravações (Foto: Hellen Couto/Gshow)Deslumbrante, Gloria Pires também participou das gravações (Foto: Hellen Couto/Gshow)
Adriana Esteves (Foto: Adriana Garcia/Gshow)O que Inês vai aprontar nesse lugar lindo? (Foto: Adriana Garcia/Gshow)
Diretora Maria de Médicis ensaia com Cassio Gabus Mendes e Gloria Pires (Foto: Hellen Couto/Gshow)Diretora Maria de Médicis ensaia com Cassio Gabus Mendes e Gloria Pires (Foto: Hellen Couto/Gshow)

Escrita por Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga, Babilônia tem direção geral e de núcleo de Dennis Carvalho e direção geral de Maria de Médicis. 







 Babilônia, a próxima novelas das 9 da TV Globo

 

 

Veja mais no Gshow!



saiba mais

Adriana Esteves, Gloria Pires e Cassio Gabus Mendes gravam em Angra dos Reis Elenco rodou cenas em cenário deslumbrante na cidade no litoral fluminense


fonte: 
gshow


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Links úteis



http://www.folhavitoria.com.br/geral/noticia/2015/01/mulher-mais-velha-do-estado-mora-em-afonso-claudio.html ..

Capixaba de 114 anos pode ser a mulher mais velha do mundo



...em Afonso Cláudio a mulher mais velha do Estado do  Espírito Santo, e de acordo com alguns institutos dona Júlia pode ser a mulher mais velha do País...

acesse o link e veja 

 

Veja também mais sobre o tema em epígrafe no link:

folhavitoria.com.br/entretenimento/blogs/elogoali/

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"Ex-noiva também quis indenização por danos morais em função de traição, mas o pedido foi negado"

fonte:




"Ex-noivo
é condenado a indenizar mulher por casamento cancelado"



 Foto: Ayrton Vignola/AE
"Ex-noiva também quis indenização por danos morais em função de traição, mas o pedido foi negado"





Um homem, em Rio Claro, interior de São Paulo, foi condenado pela Justiça do Estado a indenizar a ex-noiva em R$ 1,8 mil, após o casamento ser cancelado. O valor por danos materiais à mulher servirá para ressarcimento dos gastos com preparativos do casório, que não ocorreu.


A decisão da 7ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a sentença da Comarca de Rio Claro. 
A autora também pretendia receber indenização por danos morais. 
Ela afirmou que descobriu uma traição cinco meses antes do casamento, motivo do rompimento da relação. 
O pedido foi negado.

“Nosso ordenamento não positiva o dever jurídico de fidelidade entre noivos ou namorados. Tal previsão restringe-se ao casamento civil (artigo 1.566, inciso I, do Código Civil). A conduta do apelante, portanto, não configura ato ilícito que acarretasse diretamente indenização por dano moral.”

Segundo ele, houve abalo emocional por parte da autora, mas essa sensação não é indenizável no status jurídico.  ”É inegável que houvera a quebra abrupta nas expectativas da autora. No entanto, essa decepção, tristeza e sensação de vazio é fato da vida que se restringe à seara exclusiva da quadra moral e, portanto, não ingressa na ciência jurídica. Por isso, mesmo reconhecendo-se certa perturbação na paz da apelada, tal não é indenizável em moeda corrente”, afirmou o desembargador Rômolo Russo.



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Custo de táxi para ir ao trabalho pode compensar o do carro próprio em SP Consultores ouvidos pelo G1 avaliaram 4 situações diferentes. Em distâncias maiores, veículo próprio sai mais barato, dizem analistas.

 

Custo de táxi para ir ao trabalho pode 

 

compensar o do carro próprio em SP




Consultores ouvidos pelo G1 avaliaram 4 situações diferentes.
Em distâncias maiores, veículo próprio sai mais barato, dizem analistas.

 

 

 Além da distância, especialistas apontam que é
preciso levar em conta o tempo do trajeto para
calcular custo (Foto: Levi Bianco/Brazil Photo
Press/Estadão Conteúdo)

Além da distância, especialistas apontam que é
preciso levar em conta o tempo do trajeto para
calcular custo (Foto: Levi Bianco/Brazil Photo
Press/Estadão Conteúdo)








O educador financeiro Mauro Calil, especialista em investimento do Banco Ourinvest, aponta que, “se a pessoa gasta mais ou menos 10 quilômetros para ir e voltar do trabalho, a conta entre táxi e carro fica mais ou menos empatada. A partir daí, o carro próprio ganha do táxi”. Desconsiderando o táxi, Calil diz que “em qualquer conta que a gente fizer, o mais barato vai ser o transporte público.” “Na grande maioria dos casos, o conforto vai ser o segundo fator de decisão. O primeiro vai ser: ‘tenho dinheiro ou não tenho?’ Se couber no bolso da pessoa, ela vai optar pelo automóvel.”

O educador e terapeuta financeiro Reinaldo Domingos, autor do livro “Terapia Financeira”, concorda que a questão que faz do carro a primeira opção de muitas pessoas é o conforto. Porém, ele acredita que a tendência é de mudança. “O problema do carro é o conjunto. É preciso atenção redobrada, o estresse é muito alto. Carro não é só conforto”, analisa. “Se estou num trânsito infernal e olho ao lado o corredor de ônibus vazio, penso que poderia estar andando melhor. Tudo bem que os ônibus algumas vezes deixam a desejar, mas estão evoluindo”, pondera.

O economista Miguel Daoud, consultor da Global Financial Advisor, lembra que outro item que influencia na escolha é o tempo gasto nos deslocamentos. “À questão do conforto a gente até se adapta, mas da questão do tempo não dá para fugir muito. Se uma mãe tem dois filhos na creche que tem horário para fechar, ela tem que sair do trabalho e chegar no horário. Esses aspectos a gente tem que levar em consideração mesmo a planilha dizendo que isso ou aquilo é mais barato”, afirma.

Já economista Marcos Crivelaro, professor de finanças da FIAP, que também considerou as horas paradas no trânsito para calcular os gastos com táxi, aponta que há acréscimo de 5% a 10% no valor final da corrida, dependendo do horário. Ele diz que horários flexíveis no trabalho ou ainda atividades antes ou depois do expediente podem ajudar a reduzir os custos com locomoção. "Se chegar mais cedo, muitas vezes a pessoa consegue sair mais cedo. Muita gente consegue fazer horário de almoço reduzido e sair antes do horário de pico trânsito", diz. "Muita gente faz cursos de inglês, academia etc., deixando o trânsito baixar. Além de economizar combustível, evita o desgaste do carro."


Na grande maioria dos casos, o conforto vai ser o segundo fator de decisão. O primeiro vai ser: 'tenho dinheiro ou não tenho?'
Mauro Calil, consultor financeiro
O G1 criou 4 situações para servirem de exemplo da grande variação de custos de deslocamento para o trabalho em São Paulo e pediu para os três especialistas avaliarem as despesas de cada uma.

Para o levantamento de dados, foram considerados: 22 dias de trabalho; o preço médio de estacionamento para mensalistas em São Paulo, de R$ 324,56, segundo a consultoria Colliers Internacional; a tarifa de táxi de R$ 4,10 a bandeirada e R$ 2,50 por quilômetro na bandeira 1; preço da gasolina de R$ 2,86 por litro, segundo levantamento semanal da Agência Nacional de Petróleo (ANP); cotações de seguros para cada uma das situações feitas pela corretora Minuto Seguros, considerando um carro popular e o perfil do motorista um homem de 35 anos e casado.

Vale lembrar que a Prefeitura de São Paulo anunciou aumento de 9,8% na tarifa dos taxis a partir do dia 6 de janeiro de 2015. Segundo Secretaria Municipal de Transportes (SMT), a bandeirada do táxi comum passará de R$ 4,10 para R$ 4,50. O km rodado subirá de R$ 2,50 para R$ 2,75 na bandeira 1.

Os preços são estimativas e/ou médias de cada órgão, podendo variar em cada caso de acordo com fatores como o valor do carro. Vale lembrar que, no caso dos seguros, o bairro de residência e o deslocamento diário estão entre os fatores que influenciam no custo.

Diferenças nas contas
Na planilha usada por Mauro Calil para fazer as estimativas, utilizada pela consultoria Academia do Dinheiro, o levantamento levou em conta o valor do carro usado pela seguradora para fazer a cotação (cerca de R$ 26 mil, de acordo com a tabela Fipe). O educador financeiro considerou 8% de depreciação anual, gasto médio de R$ 2,4 mil anuais com impostos e manutenção, entre outros fatores.


Táxi em São Paulo (Foto: Mauricio Lima/AFP)Quanto maior a distância entre a casa e o trabalho,
menor a vantagem do táxi em São Paulo em
relação ao carro, dizem consultores
(Foto: Mauricio Lima/AFP)
Já Reinaldo Domingos adicionou à soma do seguro mais o estacionamento o uso de 22 dias de combustível, de acordo com o total de quilômetros rodados entre o trabalho e a residência em cada situação.

Miguel Daoud considerou para os cálculos de gastos com táxi o custo de R$ 33 por cada hora de carro parado com o taxímetro ligado, lembrando que o tempo de trânsito lento encarece a corrida. O economista considerou uma média de 15 minutos para o primeiro percurso, 40 minutos para o segundo, uma hora para o terceiro e uma hora e vinte minutos para o quarto.

Marcos Crivelaro considerou 10 minutos de tempo de deslocamento para a primeira situação, 15 para a segunda, 30 para a terceira e 60 para a quarta. No entanto, ele acrescentou de 5 a 10% nos preços dos táxis por causa do trânsito. O economista aponta também que considerou que o veículo já estaria pago, e não foram inclusos gastos variáveis de manutenção e de multas.

Veja abaixo o resultado:
Situação 1
Local de trabalho: Avenida Paulista, Centro
Residência: Vila Mariana, Zona Sul
Distância: 5 km
Preço do seguro do carro: R$ 1.763,74

Consultor: Mauro Calil
- Custo mensal com carro: R$ 952,43
- Custo mensal com táxi: R$ 730,40
Consultor: Reinaldo Domingos
- Custo mensal com carro: R$ 540,61
- Custo mensal com táxi: R$ 640,20
Consultor: Miguel Daoud
- Custo mensal com carro: R$ 200
- Custo mensal com táxi: R$ 913
Consultor: Marcos Crivelaro
- Custo mensal com carro: R$ 576,66
- Custo mensal com táxi: R$ 730,40

Situação 2
Local de trabalho: Rua Quinze de Novembro, Centro
Residência: Freguesia do Ó, Zona Norte
Distância: 10 km
Preço do seguro do carro: R$ 2.200,32

Consultor: Mauro Calil
- Custo mensal com carro: R$ 1.338,61
- Custo mensal com táxi: R$ 1.280,40
Consultor: Reinaldo Domingos
- Custo mensal com carro: R$ 646,30
- Custo mensal com táxi: R$ 1.190,20
Consultor: Miguel Daoud
- Custo mensal com carro: R$ 479,60
- Custo mensal com táxi: R$ 2.068
Consultor: Marcos Crivelaro
- Custo mensal com carro: R$ 718,16
- Custo mensal com táxi: R$ 1.280,40

Situação 3
Local de trabalho: Berrini, Zona Sul
Residência: Tatuapé, Zona Leste
Distância: 20 km
Preço do seguro do carro: R$ 2.901,98

Consultor: Mauro Calil
- Custo mensal com carro: R$ 1.371,20
- Custo mensal com táxi: R$ 2.380,40
Consultor: Reinaldo Domingos
- Custo mensal com carro: R$ 880,55
- Custo mensal com táxi: R$ 2.290,20
Consultor: Miguel Daoud
- Custo mensal com carro: R$ 800
- Custo mensal com táxi: R$ 3.520
Consultor: Marcos Crivelaro
- Custo mensal com carro: R$ 986,85
- Custo mensal com táxi: R$ 2.380,40

Situação 4
Local de trabalho: Vila Olímpia, Zona Sul
Residência: Itaquera, Zona Leste
Distância: 46 km
Preço do seguro do carro: R$ 2.919,10

Consultor: Mauro Calil
- Custo mensal com carro: R$ 1.437,40
- Custo mensal com táxi: R$ 2.710,40
Consultor: Reinaldo Domingos
- Custo mensal com carro: R$ 1.209,55
- Custo mensal com táxi: R$ 5.150,20
Consultor: Miguel Daoud
- Custo mensal com carro: R$ 880
- Custo mensal com táxi: R$ 6.996
Consultor: Marcos Crivelaro
- Custo mensal com carro: R$ 1.408,81
- Custo mensal com táxi: R$ 4.580,40

Metade do percurso de carro e a outra de transporte público
Algumas pessoas tentam conciliar os preços mais baixos de ônibus, trens e metrô, cuja passagem custa R$ 3, ao conforto do carro, dividindo o percurso. É possível, por exemplo, ir de carro ou táxi até uma estação ou terminal e completar o caminho para o trabalho de transporte público.

Reinaldo Domingos aponta que a alternativa pode ser vantajosa em questão de tempo e conforto, mas não faz tanta diferença no bolso. “O problema do carro é o valor alto do seguro, do estacionamento. Se for pensar em deixar o carro no meio do caminho, só ameniza uma pequena parte do custo, que é o combustível.”

Para Miguel Daoud, usar o táxi para se dirigir até uma estação de metrô ou terminal de ônibus compensa apenas se a distância for curta. “Se a pessoa anda 8 quilômetros de táxi até o metrô, vai para o trabalho e na volta vai do metrô até em casa de táxi por mais 8 quilômetros, compensa em relação a ter um carro”, diz. “É uma alternativa para quem está disposto a trocar carro por táxi. O carro dá mais conforto, tranquilidade, segurança. Mas, dependendo de onde a pessoa vai, o táxi sai mais barato. Se ele anda pouco, é questão de conta.”





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fonte:
g1
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