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Dólar fecha em alta após chegar a R$ 2,76 e renova máxima desde 2005

Queda da moeda da Rússia influenciou o mercado.
A moeda norte-americana fechou cotada a R$ 2,7355, em alta de 1,87%.

Do G1, em São Paulo
Variação do dólar na semana
Valores de fechamento em R$
Created with @product.name@ @product.version@2,59812,61252,64762,65122,68532,7355cotação09/1210/1211/1212/1215/1216/122,5752,62,6252,652,6752,72,7252,75
Gráfico elaborado em 16/12/2014
O dólar fechou em alta pelo quinto dia seguido nesta terça-feira (16), reagindo à intensa aversão ao risco nos mercados globais, após a forte alta dos juros da Rússia na noite passada se mostrar insuficiente para evitar o tombo do rublo e em meio à contínua  queda dos preços do petróleo.
A moeda norte-americana fechou cotada a R$ 2,7355, em alta de 1,87%. Veja cotação. Na máxima do dia, chegou a  R$ 2,7614.
O valor de fechamento desta terça é novamente o maior desde 2005 - máxima que a moeda vem atingindo nas últimas semanas. No dia 28 de março daquele ano, a divisa fechou a R$ 2,7385, de acordo com dados do Banco Central.
Nas últimas cinco sessões, o dólar acumulou valorização de 5,29%.
O dólar vem pressionado pelo ambiente de incertezas internas e externas, com investidores preocupados principalmente com o futuro do programa de intervenções no câmbio do Banco Central brasileiro, e atentos à queda nos preços do petróleo.


Oferta diária do BC será mantida
 
Nesta terça-feira, o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, anunciou que os leilões diários de contratos de "swaps cambiais" terão prosseguimento em 2015 - instrumentos que funcionam como venda de dólares no mercado futuro (derivativos) - o que também impede uma pressão maior no mercado à vista da moeda norte-americana.

O anúncio, porém, não foi o suficiente para conter o mau humor no mercado. Operadores ainda aguardam uma definição final dos moldes do programa.
"Nos próximos dias, vamos definir os parâmentros do programa de swaps cambiais para o começo de 2015. Nos próximos dias, teremos novidades. Os parâmetros podem ser ajustados. No mínimo 50 [milhões de dólares] por dia e no máximo 200 [milhões de dólares] por dia. Hoje, são US$ 200 milhões por dia", informou Tombini após audiência pública no Congresso Nacional, em uma tentativa de acalmar o mercado.
Os contratos de "swaps cambiais" - instrumentos que funcionam como venda de dólares no mercado futuro (derivativos), o que também impede uma pressão maior no mercado à vista da moeda norte-americana - vêm sendo ofertados diariamente pelo BC desde agosto de 2013, momento no qual o dólar atingiu R$ 2,40.
Com o anúncio do Banco Central, o atual estoque de contratos de "swap cambial" em mercado, que equivale a cerca de US$ 100 bilhões, tende a continuar subindo, mas o aumento tende a ser menor. Isso porque a oferta atual de US$ 200 milhões (acima da rolagem) por dia tende a ser reduzida, uma vez que vai oscilar entre US$ 50 milhões e US$ 200 milhões diários.
Nesta manhã, o BC vendeu a oferta total de até 4 mil swaps cambiais pelas rações diárias, com volume correspondente a US$ 196,6 milhões. Foram vendidos 2 mil contratos para 1º de setembro e 2 mil para 1º de dezembro de 2015.
O BC também vendeu a oferta integral de até 10 mil swaps para rolagem dos contratos que vencem em 2 de janeiro, equivalentes a US$ 9,827 bilhões. Ao todo, já rolou cerca de 6% do lote total. Após o fechamento da véspera, o BC anunciou ainda para esta sessão leilão de venda de até 1 bilhão de dólares com compromisso de recompra em 2 de junho de 2015.

Bovespa
As ações da Petrobras fecharam no azul nesta terça-feira (16), após 6 pregões consecutivos de queda, em dia marcado por fortes oscilações dos papéis da estatal na Bovespa e por um cenário de aversão a risco nos mercados globais.

O Ibovespa, principal índice da bolsa, fechou em queda de 0,02%, a 47.007 pontos, impactado pelo desempenho de ações de empresas de educação e de bancos em uma sessão de intensa volatilidade. Veja  cotação.

16/12/2014 17h01 - Atualizado em 16/12/2014 18h10


fonte:
g1.globo







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